Mas amor não é jogo, não é medir forças, não é criar estratégias de conquista. Amar é chegar em casa, é reconhecer-se no outro, ao mesmo tempo que se deixa espaço para as diferenças. É um nunca se cansar de descobrir ternuras. Pode-se amar à primeira vista, mas para construir o amor, é preciso tempo e dedicação. É preciso paciência para que as lacunas deixadas pelas dúvidas sejam preenchidas com intimidade. Numa época feita de rapidez, tem sorte aquele que encontra alguém com quem possa conversar com calma, em quem se possa confiar, com quem se possa contar.
Se não decidimos quando começamos a amar, podemos decidir quando deixar de amar?
Amor quer ser presença, e não ... lembrança.
Adriana
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